sexta-feira, 3 de junho de 2011

pinguim

Uma ave marinha muito charmosa
O pingüim é uma ave marinha, excelente nadadora, porém não voa. Chega a nadar com uma velocidade de até 40 km/h e passa a maior parte do tempo na água.

Este simpático animal possui uma espessa camada de gordura que serve para proteger seu corpo. As asas são recobertas por nadadeiras com plumagem densa, lisa e gordurosa o que torna o corpo impermeável.


A maioria dos pinguins possui o peito branco e a cabeça e o dorso pretos. Os pingüins pesam de 15 a 35 kg e podem viver até pouco mais de 30 anos. Como principais inimigos estão os tubarões, as baleias e as focas-leopardo.


Agridem somente se forem ameaçados, do contrário são extremamente mansinhos, divertidos e curiosos.


São 18 espécies conhecidas de pinguins (Spheniscidae), sendo que quatro delas se deslocam até as regiões subtropicais e as outras vivem em áreas mais frias no hemisfério sul, especialmente nas faixas das regiões polares e subpolares.


A maioria vive na Antártida e em algumas ilhas na Nova Zelândia, mas também estas aves podem viver em regiões do sul da África, Austrália e América do Sul.


Durante o período de reprodução, os ovos são colocados em ninhos de pedra, cavados ou sobre as pregas da pele existente nos pés. Os machos, geralmente, ajudam na incubação que dura de 5 a 6 semanas. Os filhotes são agrupados em creches e não podem procurar alimento sozinhos até que terminem o seu desenvolvimento.


A fidelidade é característica marcante entre os casais de pingüins. Raramente acontece o divórcio, somente em casos de má reprodução.


Alimentam-se de crustáceos, moluscos, peixinhos e pequenos animais marinhos. São ágeis caçadores. 

pinguim

Características

Pingüim, nome comum de qualquer uma das diversas aves aquáticas não-voadoras do hemisfério sul, que recebem também o nome de pássaros-bobos. Em sua maior parte, vivem na Antártida e em algumas ilhas subantárticas da Nova Zelândia. Mas podem viver em regiões situadas no sul da África, Austrália e América do Sul. A maioria dos pingüins tem o peito branco e o dorso e a cabeça negros.
Devido ao fato de suas patas estarem colocadas muito para trás, assumem uma posição ereta quando estão em terra. Em cada pata existem quatro dedos, três dos quais unidos por uma membrana. A plumagem é densa, lisa e gordurosa, sabem também escapar depressa de seus principais inimigos - tubarões, baleias e, sobretudo, as focas-leopardo. Pesam de 15 a 35 kg e podem viver de 30 a 35 anos.

Reprodução

Em certa época do ano, os pingüins dirigem-se à terra (plataforma de rocha ou gelo), para depositar os ovos. A fêmea deposita um ovo, raramente dois. A forma do ninho varia, segundo a espécie do pingüim: alguns cavam uma pequena fossa, outros constroem os ninhos com pedras e há aqueles que colocam o ovo sobre as pregas da pele sobre os pés.
Entre os casais de pingüins existe a fidelidade, e o divórcio acontece somente em 25% dos casos, a causa de tanta separação é devido à má reprodução.

Vida na água

Na água do mar, estão sempre fazendo muito barulho e sempre reunidos em grupos numerosíssimos. Realizam todas as funções vitais, mesmo dormir. Flutuam facilmente graças a grande quantidade de gordura e nadam com rapidez, usando apenas as nadadeiras, servindo as patas como leme. São muito especializados para o mergulho; suas asas rígidas assemelham-se às aletas de outros vertebrados nadadores. São capazes de deslocar-se a uma velocidade de 40 km/h. Costumam passar a maior parte do tempo na água, nadando com a ajuda das asas. Podem ser vistas, embora raramente, nas praias do Rio de Janeiro e Cabo Frio, para onde são levadas pelas correntes marítimas.
Pingüins sob o gelo.

Alimentação

Eles são ativos e rápidos para alcançar suas presas, o bico é robusto e comprido, adaptado a apanhar e reter crustáceos, moluscos, peixinhos, sépias e outros animais marinhos de pequeno porte, sua alimentação preferida.

Mansinho

São muito mansos e só agridem o homem quando ele se aproxima demais do lugar onde foram postos os ovos e onde são criados os filhotes. São divertidos, simpáticos e curiosos. Se capturados ainda jovens, são facilmente domesticados, podendo até afeiçoar-se a quem os trata.

Gestação e filhotes

O período de incubação dura de 5 a 6 semanas - os pais se revezam na busca do alimento, para que o ovo nunca fique abandonado. Nas primeiras semanas de vida, o pingüim comerá alimentos que os pais já digeriram e ficará sobre a guarda permanente de um ou outro, protegido dos demais pingüins e aves como a gaivota. Quando adquire o tamanho do pai, a penugem é substituída por penas, sinal que é tempo de aprender a nadar, e é tempo de abandonar o local e voltar ao mar, onde permanecerão (por vários meses) até recomeçar o ciclo.

Pingüim-imperador

Pingüim Imperador

Pingüim-Imperador e Pingüim-Rei

As maiores espécies são o pingüim-imperador (Aptenodytes forsteri), que pode alcançar altura superior a 1,2 m, e depositam seus ovos (somente um ovo) nos meses mais frios (Julho e Setembro), sob tormentas de neve, ventos gelados e temperatura de 50 ou 60 graus abaixo de zero.
O pingüim-rei (Aptenodytes patagonica), que chega a medir entre 90 cm e 1 m, reproduzem-se no verão polar (de Outubro a Março).
Tanto o pingüim-imperador como o pingüim-rei, incubam o ovo aos pés, cobertos por uma dobra de pele entre as pernas, e as crias permanecem sob estas dobras protetoras por um breve tempo, apenas o suficiente para que consigam regular sua temperatura corporal. Ambos caracterizam-se por apresentar grandes manchas alaranjadas ou amarelas nos lados do pescoço.
Filhote de pingüim sobre os pés do pai.

Pingüim-de-Barbicha

O nome pingüim-de-barbicha dado aos Pygoscelis antarctica, deriva de uma faixa preta que possuem no queixo. Em caso de perigo ele foge sempre para a terra, mesmo que o perigo venha daí, e busca os pontos mais altos do terreno. Quando pressente que seus dias estão chegando ao fim, ele atinge o máximo de lugares altos como colinas, onde ficarão aguardando o próprio fim. Seu habitat preferido fica na Geórgia do Sul, na Antártida.

Pingüim-De-Olho-Amarelo

O pingüim-de-olho-amarelo (Megadyptes antipodes) vive nas ilhas ao sul da Nova Zelândia. Embora conhecido como "grão-pingüim", tem dimensões médias (75 cm).

Spheniscus demersus

O Spheniscus demersus é representante da espécie mais comum de pingüins, adapta-se aos climas mais temperados, parte da África e, às vezes, até Angola.

Spheniscus magellanicus

Spheniscus magellanicus alcança o litoral do Rio de Janeiro, indo até Cabo Frio. É a espécie mais comum de nossos zoológicos e é encontrada nas praias do litoral sul.

Classificação científica

  • Reino - Animal
  • Sub-reino - Metazoa (metazoários)
  • Filo - Chordata (cordados)
  • Subfilo - Vertebrata (vertebrados)
  • Classe - Aves
  • Ordem - Sphenisciformes (esfenisciformes)
  • Gêneros e Espécies - vários
Peixes...
Os peixes são animais vertebrados, aquáticos poiquilotérmicos, que possuem o corpo fusiforme, os membros transformados em nadadeiras sustentadas por raios ósseos ou cartilaginosos, as guelras ou brânquias com que respiram o oxigénio dissolvido na água (embora os dipnóicos usem pulmões) e, na sua maior parte, o corpo coberto de escamas.
Peixes de AquárioVários Peixes coloridos
O aquário como entretenimento moderno, no que respeita à Europa, data de 1890. Após a Primeira Grande Guerra, esse interesse cresceu rapidamente e atinge agora grandes círculos de dispersão.
O aquário de água salgada é muito interessante, mas apresenta dificuldades; e os aquários de água doce, fria, apenas servem para um pequeno número de espécies, tais como esgana-gatas (Gasterosteus), carpas (Cyprinus), gambúsias, peixes encarnados (Carassius) e o peixe-gato (Amiurus nebulosus). Os aquários mais comuns são, portanto, os de água doce quente, e os peixes devem então, de preferência, ser importados de lugares onde o clima se aproxima ao das nossas casas aquecidas, ou seja dos trópicos.
Os peixes para aquário de água quente vêm de diversas partes do Mundo. A sua maioria é originária do Leste da Ásia e do Sul da América. Diga-se de passagem que na Guiné Portuguesa se podem colher muitas das mais lindas espécies apreciadas para este género de aquários. No entanto, nem todas as espécies são obtidas nos países de origem, pois muitas são produzidas em grandes estações de reprodução de outros países (nomeadamente na Alemanha e na Holanda). Novas culturas são constantemente introduzidas e experimentadas. Algumas delas estabilizam-se, outras não se mantêm, e assim os stocks ou reservas das culturas são constantemente renovados.

Principais Características
  • Possuem Escamas ou placas;
  • Os Peixes apresentam as seguintes barbatanas: Barbatana Dorsal, Anal, Caudal, Ventrais e Peitoriais.
  • A bexiga natatória é um órgão que auxilia o peixe a manter-se a determinada profundidade através do controlo da sua densidade relativamente à da água;
  • A maioria dos peixes são dióicos, ovíparos, a fertilização dos óvulos é externa e não existem cuidados parentais; 
  • Os peixes não dormem. Eles apenas alternam estados de vigília e repouso.
Alguns Peixes de Aquário...Peixe em tons amarelos e azuis
Peixe-cego-mexicano, Anoptichtys jordani, completamente cego. No seu país de origem, o México, vive em grutas subterrâneas e, portanto, não tem necessidade de ver; todavia em aquário consegue subsistir, em conjunto com outras espécies, quando em competição pelo alimento.
Alheta-vermelha, Aphyocharax rubropinnis, da América do Sul, é um lindo e activo peixe de cardume, sempre em movimento. Tem necessidade de temperaturas elevadas, sem o que as suas barbatanas vermelhas empalidecem.
Farolim, Hemigrammus ocellifer, da América do Sul, é um dos peixes mais belos e mais fáceis de manter. Os pontos luminosos nos olhos e o vermelho da cauda são verdadeiramente resplandecentes.
Fogo, Hyphessobrycon flammeus, originário do distrito do Rio de Janeiro, é um peixe de aparência modesta, mas belo e muito apreciado.
Rosa, Hyphessobrycon callistus rosaceus, da América do Sul, é um representante elegante e majestoso da grande família Characinidae, a que pertencem os mais populares e resistentes peixes de aquário.
Saia-preta, Gymnocorymbus ternetzi, da América do Sul, mantém-se muito facilmente. Para que apresente bem negra a cor da região posterior do seu corpo, deve conservar-se a água a uma temperatura elevada.
Papa-mosquitos, Lebistes reticulatus, é o peixe dos principiantes. É um peixe viviparo, fazendo-se o desenvolvimento dos ovos no interior da mãe. Em virtude da sua resistência e facilidade de reprodução, é utilizado como devorador de mosquitos nas regiões da Malária.
Néon, Hyphessobricon innesi, brilha como um tubo de néon na cor de vermelhão e azul-turquesa. É originário das nascentes do Amazonas, no Peru.
Peixe azulãoEspadachim, Xiphophorus helleri, do México, é um peixe vivíparo. Apresenta-se com grande variedade de cores: verde, vermelho, amarelo, preto e variegado.
Barbo-de-lira, Aphyosemion australe, da África ocidental. É um dos peixes ovíparos da família Cyprino-dontidae. Não se mantém facilmente, pois carece de alimento vivo, água velha e temperatura elevada.
Meia-Iua-indiano, Xiphophorus variatus, do México, aparece, à semelhança de outros peixes vivíparos, em grande variedade de cores. A estampa mostra um que é preto e amarelo. Difícil e combativo.
Gato-de-bronze, Corydoras aeneus, da América do Sul, não é talvez muito bonito, mas apreciavelmente vivo e interessante. Mantém-se à custa do que os outros peixes deixam.
Zebra, Brachydanio rerio, originário de Bengala, mantém-se de preferência em cardumes e está sempre em movimento.
Barbo-dourado, Barbus schuberti, é um produto de criação em aquário e a sua origem é discutível. Resistente e fácil de manter.
Nuvem-branca, Tanichthys albonubes, vem de um rio do sopé da Montanha da Nuvem Branca, na China. Bom peixe de aquário, capaz de viver a baixas temperaturas.
Leopardo, Acanthophthalmus kuhlii, da Ásia oriental, não se mostra antes do escurecer, altura em que sai do esconderijo para se alimentar. Tem longa vida, mas é sensível às mudanças de água.
Os roedores...
Os Roedores ou Glires constituem uma ordem de mamíferos homogénea e bem definida. Cerca de um terço do número de mamíferos, tanto espécies como indivíduos, pertence a esta ordem.
História...
Senhor CastorO registro fóssil dos roedores começou há cerca de 65 milhões de anos, com a extinção dos dinossauros. Os primeiros roedores lembravam esquilos, a a partir deles se diversificaram. Sua origem foi na Laurásia, supercontinente que incluía a Ásia, Europa e América do Norte. Algumas espécies colonizaram a África, originando os primeiros Hystrichognathi. De lá, alcançaram a América do Sul, que se encontrava isolada durante o Oligoceno e Mioceno. No Mioceno, África e Ásia colidiram, o que permitiu que roedores como o porco-espinho adentrassem a Eurásia. Durante o Plioceno, fósseis de roedores apareceram na Austrália. Apesar de os marsupiais serem os primeiros residentes da Austrália, os roedores dominam sua fauna, correspondendo a cerca de 25% dos mamíferos do continente. Enquanto isso, as Américas colidiram e, com o estabelecimento do istmo do Panamá, camundongos colonizaram o sul e porcos-espinho, o Norte.
Principais Características
  • É característico o sistema dentário;
  • Os dentes têm só a parte anterior coberta de esmalte, ou têm mais fraca a cobertura na parte posterior;
  • Faltam os dentes caninos e existe um intervalo ( diastema ) entre os incisivos e os molares;
  • Na sua maior parte, os órgãos internos dos insectos estão situados no abdómen;
  • O cérebro é pequeno, e os olhos, relativamente grandes;
  • Não existem roedores nas regiões árcticas e em algumas ilhas do Pacífico.
Classes Roedores...
Os roedores, que compreendem cerca de 3000 espécies, dividem-se nas seguintes subordens: 
Ciuromorfos: Classe dos Esquilos e seus semelhantes;
Histricomorfos: Porco-espinho e seus semelhantes, cobaias, etc.;Pequeno Hamster
Mimorfos: Englobam-se as espécies de ratos e similares;
Lagomorfos: Incluem lebres e coelhos (segundo alguns autores, constitui uma ordem distinta).
Alguns roedores têm peles valiosas, como os esquilos, especialmente o chamado petit gris (Sciurus vulgaris varius) da Europa setentrional e da Sibéria.

insectos

aves

História das Aves...
As aves desenvolveram-se a partir dos répteis, provavelmente de um grupo de sáurios, os dinossauros. A primeira ave conhecida, Archaeopteryx, apareceu no Jurâssico. Existem cerca de 13 000 espécies descritas de aves.
Principais CaracterísticasArara Colorida
  • Têm o corpo coberto de Penas;
  • A pele contêm apenas uma glândula, a glândula do uropígio;
  • Os machos têm, por regra, as pena mais coloridas;
  • O esqueleto é leve;
  • O número de vértebras cervicais varia de 8, nas aves canoras, a 23, nos cisnes;
  • O coração tem quatro cavidades;
  • As características do bico e dos pés das aves correspondem a diferentes modos de vida (marchar, empoleirar, trepar, nadar...)
Tipos de Aves
Aves Canoras
Aves da ordem Passeriformes (Pássaros), subordem Oscines (Cantadoras), cujo aparelho vocal (siringe), situado na bifurcação dos dois brônquios, tem membranas vibratórias e músculos (7 a 9 pares) que fazem variar a posição das membranas.
Aves de Rapina
Geralmente assim designados – e também «Rapaces diurnas e nocturnas» - águias, milhafres, penereiros, etc., isto é, aves Accipitriformes, e as corujas e mochos, Strigiformes, que caçam de dia ou de noite respectivamente, umas e outras com dispositivos anatómicos, do bico e dos pés, característicos dos predadores.
AVES DE CAPOEIRA
Designam-se por aves de capoeira as espécies ornitológicas que foram amansadas pelo homem e se conservaram como animais domésticos, com vista ao aproveitamento da carne, dos ovos ou das penas. As mais importantes são as galinhas, os perus, os gansos e os patos, se bem que outras, como os faisões, as galinhas-da-índia, os pavões, os cisnes, os pombos e as rolas, criadas em certas regiões como animais domésticos.
AVES TROPICAIS
A avifauna das regiões tropicais impressiona principalmente, não só pela vivacidade das cores (exs.: araras e beija-flores), como pela variedade dos padrões (exs.: pavão, periquitos, etc.), e ainda também, em muitos casos, pela sua bizarra morfologia (exs.: tucanos, calaus, aves-do-paraíso, quivi ou aptérix, etc.). Algumas espécies são gigantes, como o casuar e o avestruz. Muitas aves que se alimentam de néctar (ex. : beija-flores) ou de pólen (ex.: certos periquitos), e cuja língua está correspondentemente adaptada, vivem enfeudadas a certas plantas ornitófilas, de cores berrantes, que assim as atraem. Estas aves desempenham um importantíssimo papel na polinização.